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Terça-feira, Junho 25, 2024

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Mosteiro de Mire de Tibães e os seus jardins

Passear pelos Jardins e campos agrícolas do Mosteiro Beneditino de São Martinho de Tibães, deparamo-nos com a paz e serenidade, onde se ouvem o chilrear das aves a o rumor da água a correr das várias fontes e canais espalhado por toda a área…

Não é difícil imaginar os monges beneditinos nestes jardins, cultivando a terra, orando e meditando na vida do seu Patriarca S. Bento, como é retratada nos belos painéis de azulejo das paredes do claustro, os monges de Tibães, guardando silêncio.
Como em quase todos os Mosteiros, os monges passavam parte do seu tempo cultivando a terra, de onde retiravam parte do alimento, e dedicavam-se também a cultivar várias espécies botânicas que utilizavam para fins medicinais.
Construído na primeira metade do século XVII, sobre partes da edificação medieval do mosteiro, apresenta lanços de arcaria toscana, teto em caixotões de madeira, um chafariz de granito lavrado de 1757, oito canteiros e mutilados painéis de azulejos pombalinos de 1770.
Na sua ala sul, fortemente arruinada pelo grande incêndio que, em 1894, destruiu o anexo Claustro do Refeitório, perduram as trabalhadas portadas em granito das capelas do Claustro, de invocação a S. Mauro e a N. Srª, desenhadas em estilo rococó por Frei José de Santo António Vilaça, entre 1761 e 1764.
(42° 1’52.98″N 8°34’56.41″W) Mire de Tibães – Braga – Minho – Região Norte – Portugal

“Faça o necessário, depois o possível, e, de repente, você estará fazendo o impossível.” – Francisco de Assis

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